Histórias
IV Dia Mundial dos Avós e do Idoso
Em sua mensagem para o IV Dia Mundial dos Avós e dos Idosos, que será celebrado em 28 de julho de 2024, o Papa Francisco exorta a comunidade cristã a lutar contra o abandono e o descarte dos idosos. O Papa destaca a solidão e o sofrimento que muitas pessoas idosas experimentam devido a causas como a migração, a guerra, a discriminação etária e a cultura individualista. Francisco nos convida a seguir o exemplo de Ruth, que desafiou as convenções sociais ao ficar ao lado da idosa Noemí, demonstrando que o acompanhamento e a solidariedade são possíveis, mesmo em situações de aparente abandono.
A Cáritas na América Latina e no Caribe trabalha ativamente na questão dos idosos. Milhares de seus voluntários já são idosos, que contribuem com seu tempo, experiência e coração para ajudar quem mais precisa. Esta dedicação mostra que os idosos têm muita vida e muito a contribuir para a sociedade, desafiando a percepção errada de que são um fardo. Através de diversas iniciativas e programas, a Cáritas se esforça para garantir que os idosos não sejam esquecidos e recebam o apoio e a atenção que merecem.
Neste contexto, a Cáritas Chile organizará uma liturgia intergeracional no dia 26 de julho às 16h00, onde se espera reunir pessoas de todas as idades para celebrar e homenagear os avós e os idosos. Este evento será um momento de reflexão e comunhão, destacando a importância da solidariedade intergeracional e da riqueza que cada geração traz à comunidade. Ao mesmo tempo, várias Cáritas da região realizarão jornadas de trabalho focadas no bem-estar dos idosos, abordando questões-chave e procurando soluções para os desafios que enfrentam.
O Papa Francisco sublinha que Deus nunca abandona os seus filhos, nem mesmo na velhice, e que a Sagrada Escritura é uma narrativa do amor fiel de Deus, que cuida de nós em todas as fases da vida. O medo do abandono na velhice é real e está presente em nossa sociedade, mas ao acompanhar os idosos recebemos muitos presentes e bênçãos. Reconhecer o papel insubstituível dos idosos na família, na sociedade e na Igreja enriquece-nos profundamente e é um apelo à ação para construir um futuro mais justo e solidário para todos.