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Red “Iglesias y Minería” crea página web

Con la intención de dar a conocer las acciones de las comunidades afectadas por la minería a nivel latinoamericano, la Red Iglesias y minería lanzó su página web en el que alberga los casos de lucha por cuidar la casa común de estas industrias, además del quehacer de las iglesias y agentes pastorales, entre otros novedades. 

Fundador y animador de la Red Iglesias y Minería, Dário Bossi, explica que los países en América engañan a las poblaciones de que disminuirá la pobreza si se implementan grandes proyectos mineros. Sin embargo, diferentes casos han demostrado que a su llegada, sólo aumentaron la contaminación ambiental y destruyeron las formas comunitarias de vida.

El sitio web abordará la problemática que aqueja a países como Perú o Ecuador. Tiene como objetivo, ofrecer a las personas una visión amplia de la situación minera y las consecuencias de implementarlas en las comunidades. La web también contará con artículos y reflexiones sobre el cuidado y defensa de la creación, recursos didácticos y avances de las comunidades que buscan alternativas de sistemas para sobrevivir, sin dañar a la madre Tierra.

Inspirada en la encíclica “Laudato SI”, del Papa Francisco, la Red Iglesia y minería quiere convocar, con la ayuda del sitio web, a las comunidades a involucrarse en el cuidado de la Casa Común y crear un espacio de diálogo de diversas comunidades de fe, pastores, obispos, religiosos y laicos que estén interesados en apoyar actividades a favor de quienes padecen los estragos provocados por la minería:

Si deseas conocer más del proyecto, ingresa a: http://iglesiasymineria.org/

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Lute contra a pobreza e aprenda com os pobres, ensina Francisco (Port. y Esp.)

“Lutai contra a pobreza e, ao mesmo tempo, aprendei dos pobres. Deixai-vos inspirar e guiar pela sua vida simples e essencial, pelos seus valores, pelo seu sentido de solidariedade e partilha, pela sua capacidade de se reerguerem nas dificuldades e, sobretudo, pela sua experiência vivida do Cristo sofredor, Ele que é o único Senhor e Salvador. Aprendei, portanto, também da sua vida de oração e da sua confiança em Deus”, apelou o Papa Francisco a um grupo de cerca de 70 pessoas formado por representantes da confederação Cáritas. “Trata-se de fazer resplandecer a caridade e a justiça no mundo à luz do Evangelho e do ensinamento da Igreja, envolvendo os pobres para que sejam os verdadeiros protagonistas de seu desenvolvimento”, complementou ele, sobre a missão esperada da Cáritas.

O pontífice convidou os e as agentes Cáritas a terem “coragem profética para refutar tudo aquilo que humilha o homem e toda a forma de exploração que o degrada”. Para isso, devem ter como mestres justamente as pessoas a quem servem, que são aqueles grupos que vivem à margem da sociedade, que estão em situação de vulnerabilidade social e que têm seus direitos e dignidade mais ameaçados. Francisco enfatizou que devemos superar a indiferença e o egoísmo de uma sociedade frequentemente dominada pela cultura do “descarte” para aprender a arte da solidariedade. “Por isso somos chamados a agir contra a exclusão social dos mais frágeis e a trabalhar para a integração destes”, enfatizou.

O Papa Francisco recebeu a delegação da confederação Cáritas no último dia 17 de novembro, durante uma audiência de cerca de uma hora proposta pela Caritas Internationalis e realizada no Vaticano. O grupo era formado pelos membros do Conselho Internacional da confederação, pela equipe do secretariado internacional da Cáritas e pelos coordenadores da confederação nas sete regiões em que a mesma está estrutura no mundo: América Latina e Caribe; América do Norte; Oriente Médio e Norte da África; centro-sul da África; Europa; Ásia; Oceania. O cardeal filipino Luis Antonio Tagle, presidente da Caritas Internationalis, e o secretário-geral da confederação, Michel Roy, estiveram presentes no encontro.

“Foi uma oportunidade para escutar o Papa. Percebemos o carinho grande que ele tem pela Cáritas, instituição que está enraizada nos mais diferentes lugares do mundo. Ele reafirmou a importância da ação da Cáritas e seu lugar central dentro da Igreja. Compreende o papel da Cáritas e percebe como importante para a Igreja e para a sociedade o seu trabalho com as pessoas empobrecidas”, avaliou Cristina dos Anjos (na foto acima, com Francisco e Tagle), assessora nacional da Cáritas Brasileira e membro do Conselho Internacional da confederação. “Foi uma audiência muito informal. O Papa Francisco dispensou o discurso para dialogar conosco. Ele abriu o microfone para perguntas e foi respondendo a elas. Passava do italiano para o espanhol, se sentindo à vontade com o grupo. Foi um ambiente muito fraterno, de muita abertura. Nos sentimos fortalecidos e fortalecidas no diálogo com ele. Ele nos deu ânimo e nos encorajou para o trabalho”, continuou.

Campanha mundial para refugiados

Durante a audiência, foi apresentada ao Papa a intenção da confederação de lançar uma campanha mundial com o tema migrantes e refugiados, proposta que foi bem recebida por Francisco. “O Papa se preocupa com as pessoas empobrecidas e, entre elas, com os migrantes e refugiados. Ele entende que uma campanha mundial poderá reforçar na sociedade a importância de olharmos para estas pessoas e de ajudá-las. O Papa Francisco considera a ação relevante para a Cáritas e para Igreja. Por isso, quer que a Igreja se envolva e apoie. Também destacou que a campanha deve incomodar, no sentido de tocar as pessoas, de fazer com que elas se preocupem e se mobilizem para a ação com os refugiados. Ele quer que a campanha mobilize as pessoas, para que elas se sintam responsabilizadas com a ação”, apontou Cristina. Um grupo de trabalho criado para discutir as estratégias a serem adotadas terá sua primeira reunião nos próximos dias 5 e 6 de dezembro, em Roma.

O que se avalia, neste momento, é que a campanha deve ser lançada no final do primeiro semestre de 2017, devendo se pautar pela incidência na realidade, com elementos que ofereçam apoio aos migrantes e refugiados e que sensibilizem a sociedade para o tema. Francisco já indicou à Cáritas que irá participar pessoalmente da ação. Afinal, para ele, as Cáritas em ação em cada país “não são agências sociais, mas organismos eclesiais que partilham a missão da Igreja” e que devem continuar realizando “pequenos e grandes sinais de hospitalidade e de solidariedade que têm a capacidade de iluminar a vida de crianças e idosos, de migrantes e refugiados à procura da paz”. “A pobreza, a fome, as doenças, a opressão não são uma fatalidade e não podem representar situações permanentes. Confiando na força o Evangelho, podemos contribuir para mudar as coisas ou, ao menos, melhorá-las, e podemos reafirmar a dignidade de quantos aguardam um sinal do nosso amor”, ensina o Papa.

Por Luciano Gallas / Assessoria Nacional de Comunicação da Cáritas Brasileira
com informações de Rui Jorge Martins / Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura (Portugal)
e da Rádio Vaticano

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“La luz en el camino para alcanzar la paz”: Papa Francisco se reúne con Caritas

“Se trata de hacer brillar la caridad y la justicia en el mundo a la luz del Evangelio y las enseñanzas de la Iglesia, con la participación de los pobres al fin de que ellos son los verdaderos protagonistas de su desarrollo”, con estas palabras, el Papa Francisco recibió al Consejo de Caritas Internationalis (CI).

El Papa recibió a Caritas el pasado 17 de noviembre en una audiencia celebrada en el Vaticano. El grupo estuvo formado por miembros del Consejo Internacional de la Confederación, la Secretaría Internacional de Caritas y los coordinadores de las siete regiones en las que tiene presencia la Confederación: América Latina y el Caribe; América del Norte; MONA-Medio Oriente y Norte de África; Centro y Sur de África; Europa; Asia y Oceanía. A la reunión también asistió el cardenal Luis Antonio Tagle, presidente de Caritas Internationalis y Michel Roy, secretario general de Caritas.

“Fue una oportunidad para escuchar al Papa. Nos dimos cuenta del gran afecto que siente por Caritas. Reafirmó la importancia de la acción de la Confederación y su lugar central dentro de la Iglesia. Además, el Papa es consciente del papel de Caritas y del trabajo con los que menos tienen”, comentó Cristina Dos Anjos, asesora nacional de la Cáritas Brasileña y miembro del Consejo Internacional de Caritas.

“Fue una audiencia muy informal. El Papa Francisco abrió el micrófono para preguntas y respondió a todas. Pasaba del italiano al español para que nos sintiéramos cómodos; fue un ambiente fraterno y de mucha apertura. Nos sentimos capaces y fortalecidos por sus palabras; nos animó a seguir trabajando”, concluyó Dos Anjos.

Ante los 70 representantes de CI, el Pontífice también hizo hincapié sobre la importancia de superar la indiferencia y el egoísmo de una sociedad que a menudo pierde el sentido de la solidaridad porque estas actitudes sólo provocan injusticias y dolor en los sectores más vulnerables. Por ello es importante mantener una cercanía permanente con los desprotegidos, para aprender y dar respuesta a sus carestías.

Campaña Mundial para los Refugiados

La audiencia permitió a CI presentar la campaña del próximo año sobre migración y refugiados al Papa Francisco, la cual fue recibida con gusto por el Santo Padre.

Se espera que la campaña sea lanzada a finales del primer trimestre de 2017, y tendrá un enfoque de la situación actual sobre migración a nivel mundial y el objetivo principal de concientizar a la población sobre esta grave situación, además de proponer vías para apoyar de diversas formas a quienes se encuentran en condición de migrantes.

“La acción de Caritas en cada país no sólo es de organismos sociales, sino de organizaciones eclesiales que comparten la misión de la Iglesia. Ustedes ofrecen pequeñas y grandes muestras de hospitalidad y solidaridad que ilumina la vida de niños, ancianos, migrantes y refugiados que buscan paz” reflexionó Francisco.

“La pobreza, el hambre, la enfermedad y la opresión no son inevitables, pero no puede representar situaciones permanente. Confiando en el poder del Evangelio, podemos contribuir a cambiar las cosas o, al menos, mejorarlas. Podemos reafirmar la dignidad de aquellos que están a la espera de una señal de nuestro amor” finalizó el Pontífice.

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Cono Sur: Red de Caritas analiza la situación política y social en América Latina y la Iglesia

El “Colombianito Cono Sur”, es el seminario preparatorio del XVIII Congreso del Centro Latinoamericano y Caribeño de Caritas comenzó ayer por la mañana (27), en Recife , Pernambuco, en una ceremonia marcada por una misa y momentos de reflexiones sobre el hambre y la pobreza en América Latina. La reunión concluye mañana (29) en el auditorio del SINDSPREV con debates, talleres y el intercambio de experiencias entre los países.

El evento, que reúne a representantes de la entidad en Brasil, Argentina, Chile, Paraguay y Uruguay, países que conforman el Cono Sur de la Red de Caritas en América Latina y el Caribe, se propone hacer frente al desafío de la red Cáritas en la región a vivir con entusiasmo y alegría el Evangelio de la fraternidad y la justicia en el tiempo presente. 

La apertura del seminario fue por cuenta de la mesa con el tema “La realidad política y social de América Latina y la Iglesia”, con los panelistas Don José Luis Azuaje Ayala, de Venezuela y Presidente de Caritas América Latina y el Caribe; Paulo Henrique Martins, posdoctorado en Sociología y profesor de la Universidad Federal de Pernambuco (UFPE ); Alder Julio Calado, doctor en Antropología y Sociología Política. El debate fue dirigido por Angelo Zanre, Secretario de Caritas Brasilera Regiónal Nordeste 2.

Para facilitar la construcción de la reflexión sobre el tema de la situación social y política en América Latina, Paulo Henrique Martins, hizo su reflexión centrada en dos niveles: el primero se refiere a informaciones sobre el desarrollo de un pensamiento crítico y práctico en América Latina . Según él, la idea de desarrollar para promover la democracia, bienestar y seguridad social es una utopía que marca los cambios en la región desde hace varias décadas .

También de acuerdo con Martins, la reunificación de algunos movimientos contribuye a enfrentar las élites, desarticulando así, la soberanía del proceso de exploración, que es ejercido sobre las clases menos favorecidas. A partir de esta redefinición de significados son destacadas otras posibilidades, como por ejemplo, la economía solidaria, la conciencia de los derechos humanos, el respeto de los derechos colectivos como una prioridad, entre otros.

En la ocasión, Alder Julio Calado, abordo las dimensiones que constituyen el patrimonio de la humanidad: esperanza, memoria histórica y utopía. Entre las dimensiones destaca la esperanza, como “un mundo nuevo es posible y necesario”. Según él, es la esperanza que fortalece las luchas presentes en la vida cotidiana, así como refuerza la necesidad de luchar por un mundo donde todos sean respetados en su dignidad. 

“Los caminos recorridos para animar la esperanza se han frustrado. Muchos de esos caminos fueron prohibidos por los grandes proyectos. Existen debilidades por parte de los Estados para responder a las necesidades, como por ejemplo, las manifestaciones callejeras. Es decir, el Estado no es capaz de responder a las aspiraciones de los pueblos de los diferentes países”. Calado añade, “pero es la esperanza que nos sostiene, sobretodo, frente a las realidades políticas, económicas y culturales”.

De acuerdo con el análisis de la situación realizado por don José Luis Ayala, una serie de elementos percibidos por él merecen ser destacados, entre otros: la reafirmación de la opción por los pobres; la busca de una iglesia con rostro de mujer marcada por la presencia y participación de las mujeres, tornándola sensible y materna; así como una mayor conciencia pastoral acerca de la ecología y la preservación del medio ambiente.

Por Kilma Ferreira | Asesora de Comunicación de Caritas Regional NE2 .
Tradução: Victor Hugo Balladares Caritas Regional NE2. 

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Desarrollo, Seguridad Alimentaria y Pobreza son temas abordados en Congreso de Caritas

El segundo día del colombianito Cono Sur, evento preparatorio para el XVII Congreso Latinoamericano y Caribeño de Caritas, contó con una exposición titulada “El desarrollo, seguridad alimentaria y pobreza: una mirada a América Latina”. El evento, que se celebra en el auditorio de Sindsprev, en Recife (PE), comenzó el pasado domingo (27), y continuará hasta el próximo martes (29).

La mesa fue mediada por la presidenta de Caritas Brasil, Anadete Reis, y tuvo las contribuciones de un miembro del Consejo Nacional de Seguridad Alimentaria y Nutricional (CONSEA), Irio Luiz Conti y el asesor técnico de la Regional de Caritas Brasil Minas Gerais, Márcio Camargo.

En el primer panel, la realidad del hambre y la mala nutrición que existe en el mundo aparece como contrapunto a los problemas de salud pública de sobrepeso y obesidad, que, en la actualidad son consideradas como problemas de salud pública. Según Conti, programas de transferencia de ingresos no están dentro de las políticas estructurales de la superación del hambre, sino que sirven como medidas de emergencia.

Durante la presentación, Conti también destacó los retos que plantea para superar el hambre. En el sector productivo, el acceso al agua, a los recursos de mano de obra, el enfrentamiento a los transgénicos y la lucha contra el uso de pesticidas y desperdicio de los residuos de alimentos, son puntos fundamentales para que esta realidad se modifique. A su vez, en el ámbito social, aparece la reducción de la desigualdad y la oferta de puestos de trabajo como factores de acción para combatir el hambre.

Además, propone que haya una nueva postura, con nuevas miradas y pensamientos sobre todos y todas los (as) que se encuentran en la línea del hambre. “La pobreza no es natural, ella es producida. Los pobres no son objetos de caridad, son sujetos de derechos, son  ciudadanos”, agregó.

El segundo panel llevó a los participantes a reflexionar sobre el tipo de modelo de desarrollo que se tiene y el modelo a ser alcanzado. Según Camargo, el contexto actual se orienta hacia la concentración del ingreso. “El crecimiento económico no puede ser nuestra única concepción del desarrollo”, dijo el asesor, que cree que para tenerlo, es necesario que sean comprendidas la dimensión social, cultural, político y ambiental.

“Queremos condiciones más humanas. Son pasos para que se obtenga lo necesario y también la victoria sobre esos flagelos sociales, así como la valorización y la dignidad, pero sobre todo la cooperación para el bien común”, agregó.

Por Lidiane Santos | Comunicadora Popular Caritas Regional NE2
Tradução: Victor Hugo Balladares | Caritas Regional NE2

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Seminário reúne países do Cone Sul para discutir fome e pobreza na América Latina

Para iniciar o processo preparatório rumo ao XVII Congresso Latino Americano e Caribenho de Cáritas, ocorrerá de 27 a 29 de abril, em Recife (PE), o “Colombianito Cone Sul”, um seminário que reunirá representantes da entidade do Brasil, da Argentina, do Chile, do Paraguai e do Uruguai, países que compõe a Zona Cone Sul da Rede Cáritas na América Latina e Caribe.

Com o tema A dimensão social da evangelização na América Latina e no Caribe e o lema Uma Só Família, alimento para todos, o seminário, de acordo com Maria Cristina dos Anjos, Diretora Executiva Nacional da Cáritas Brasileira, irá responder ao desafio da Rede Cáritas na região em viver com entusiasmo e alegria o Evangelho da fraternidade e da justiça no tempo atual.

Como parte das mobilizações para a campanha mundial Uma família humana, pão e justiça para todas as pessoas, o seminário irá debater temas relacionados ao desenvolvimento, a segurança alimentar e a pobreza. Além de uma análise de conjuntura da realidade política e social da América Latina e da Igreja, grupos temáticos irão discutir tópicos como emergências e gestão de riscos, equidade entre mulheres e homens, juventude e comunicação. O seminário, conforme Maria Cristina, também será um momento de avaliação dos últimos quatro anos de caminhada da Rede Cáritas na América Latina e da construção de ações conjuntas para os próximos anos.

Para Maria Cristina dos Anjos, além das Cáritas presentes no Cone Sul poderem dialogar sobre os avanços e os desafios de cada país, a importância do seminário também se dá “quando criamos oportunidades de construção conjunta de ações”, tendo em vista a realização do Congresso Latino Americano e Caribenho que irá aprofundar as temáticas da fome, da pobreza e das desigualdades na região. “Nesse Colombianito vamos nos debruçar sobre as nossas realidades no Cone Sul”, comentou.

Neste sentido, a Rede Cáritas dá continuidade na construção e definição de propostas de ações para a campanha mundial Uma família humana, pão e justiça para todas as pessoas. “A campanha nos desafia a enfrentar a realidade de pobreza, de fome e de desigualdade que milhões de pessoas ainda sofrem. Ela nos dá a oportunidade de voltar o nosso olhar para os empobrecidos para construirmos propostas efetivas de mudança. Vivenciar e enfrentar essas realidades, é buscar viver verdadeiramente o projeto de Jesus Cristo”, salientou Cristina.

Participam das mesas de debates durante o evento, a filósofa e teóloga, Maristela Tezza; o mestre em Sociologia, especialista em Direitos Humanos e doutorando em Desenvolvimento Rural, Irio Luiz Conti; o pós doutor em Sociologia, Paulo Henrique Novaes Martins de Albuquerque; o assessor da Cáritas Brasileira Regional Minas Gerais, Márcio Adriano Lima; e o doutor em Antropologia e Sociologia Política, Alder Júlio Ferreira Calado. Também estará presente o bispo presidente da Cáritas América Latina e Caribe, dom José Luis Azuaje Ayala.

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